O nosso cauzinho da tarde de hoje vem de longe. É, vem lá da cidadeipoca, no estado do Ceará, mandado pelo nosso seguidor Rogério. Pois, o Rogério mora lá em Tapipoca. O Rogério é índio. É, ele é filho de uma legítima índia índia com um legítimo cearense cangaceiro, mascate. É. Eh, ele vive lá na Tá Pipoca e um dia ele carregou um espírito, uma alma de uma mulher rica e bonita, do centro da cidade até ao bairro onde está o cemitério, na garupa da bicicleta monarca dele, sem saber.
Só depois de ele ter feito a viagem, levou a mulher, é que ele foi descobrir que tinha carregado uma alma, uma assombração, um espírito. É, pois é. O Rogério hoje creio que é um senhor da a minha idade, talvez um bocadinho mais velho. Ele vive lá em Táipoca, mas foi criado na lavoura lá no interior de Itapipoca.
Aí quando ele veio para a cidade, tinha idade de 20 anos por aí, acho que o pai dele morreu, a mãe também morreu, ele veio para a cidade com essa idade aí dos 20 anos, mais ou menos, e só sabia serviço de lavoura. E lá na cidade de Tá Pipoca, não é, hoje é uma cidade que tem os seus 150.000 habitantes, deve ter muito mais oportunidade de emprego, não é? Mas nesse tempo não havia comércio pequeno, não é? Só sabia fazer serviço bruto, pesado.
Mas depois diz ele que um amigo dele arranjou-lhe um serviço, porque ele tinha uma bicicleta monarque barra circular ano 73, que era o seu chodó. Ele disse que era a única coisa também que tinha na vida. Era o chodó dele, esta bicicleta monarca, barra circular. Tinha guarda-lamas, tinha farol, tinha retrovisor, tinha aquelas fitinha pendurada, os limpa cubos, aquelas coisinhas que caem no raio quando rodava, toda enfeitada a bicicleta dele.
Aí diz ele que mandou soldar uma pequena placa de ferro na garupa da bicicleta e mandou um homem que lá escrevia escrever assim: Deus é. Depois disse que esse amigo dele disse: “Ó, vou arranjar-lhe um serviço, só que é de noite.” É o seguinte, a quinta pipoca está a ter muito roubinho à noite de roubo de galinha. Às vezes a pessoa esquece-se da porta aberta, o gajo entra e rouba um uma panela, uma manta, uma roupa no varalo, eh, rouba um cão. Às vezes destrói alguma coisa da câmara municipal.
Aí a câmara municipal vai contratar um uma pessoa para ficar cidadezinha pequena para ficar com a pita a passear na cidade de noite, a noite inteira andando e apitando, avisando que está presente, que está ali, não é? E ali só havia uma viatura com dois polícias. Depois qualquer coisa ele correr na bicicleta toda lá na polícia, chamar a polícia, não é? Ele acertou no emprego porque não tinha outra opção. Depois fez amizade com todo mundo, aquele negócio tudo ali também só tinha um posto de abastecimento de combustível com uma pequena cafetaria que ficava aberta a noite inteira esta pequena lanchonete.
Depois dizer que passava a noite inteira na rua, não acontecia nada. Não tinha problema nenhum, não via ninguém. De quando em quando vinha alguém suspeito, ia lá à polícia, chamava, mas não era nada. Aí ele ficava na cidade toda a noite com aquele apito, só a avisar os morador, não é? Passava em frente da casa do presidente da Câmara e avisando que estava a fazer a ronda dele, que estava a fazer o serviço dele, não é? E com isso apanhou amizade com toda a gente.
Pelos vistos ele é um ele é ele é um gajo de origem indígena, não é? Né? Que é índio, é filho de uma índia, não é? f Índia com cangaceiro. Então é um índio, é quase que legítimo. Até a conversa dele, dia que ele enviou o caso, vê-se que ele é a linguagem dele é mesmo muito indígena. Mas mesmo assim fez amizade com todo o mundo, é um tipo falador e tal e enfim.
Aí ele neste posto de abastecimento de combustível, que é o único local que estava aberto de noite, era o ponto dele. Ele andava, andava, andava. Aí enfim, encortava no posto de gasolina, usava a casa de banho, bebia uma água, bebia um café. Aí ele dizia ele que era por volta de umas 3 hor da manhã, mais ou menos. Ele disse que chegou lá à lanchonete do posto e a rapariga fala, ele disse que todos os dias, a essa hora comia uma tapioca e bebia um café.
Aí a rapariga disse-lhe: “Escuta, você vai querer já a sua tapioca, seu café? Eu fiz um café agora de madrugadinha, se quiser.” Depois ele disse: “Não, eu vou dar um tempinho”. Porque mais dizer nele é porque ele só tinha R$ 2 no bolso e R$ 2 ou dois cruzeiros. E até pior que O café dava quatro cruzeiro. Eles que nem se lembram que moeda que era, mas o dinheiro que tinha não dava a para pagar a tapioca e o café. Ele só tinha metade do dinheiro. Só tinha R$ 2, e era R$ 4 o café e a tapioca. Depois diz ele disse: “Não, eu vou dar mais uma volta à cidade, depois mais tarde venho e bebo café”.
Depois eles quando montou na bicicleta, eles tinham um retrovisor para não ter de ficar a olhar para trás. Quando montou na bicicleta que andou uma distancinha assim do posto de gasolina, apareceu uma mulher muito bem vestida, toda cheia de jóias, com uma jóia nos braços, aqueles vestidão bonito, sapato bonito, cabelo bem arranjado, mulherzona fina mesmo, coisa que da pipoca não não tinha quase dificilmente se vi uma assim. Depois viu aquela mulherzona ali, não é? Dis que era mulher tipo assim deuns 35 40 uma coroazona, comboio alinhado mesmo.
Depois disse que a mulher mandou-o parar e falou com ele: “Ouve, eu estou precisando de ir lá para o bairro da Paz. O bairro da Paz era junto do cemitério que ela chamava cemitério da Paz. Então tinha o bairro de frente do cemitério que chamava bairro da paz, em frente o cemitério da paz. Ela falou-lhe: “Ó, rapaz, preciso de ir agora lá para o bairro da paz e não há aqui táxi, não há ninguém que na pipoca não havia táxi, não havia nada, não há autocarros. E como é que eu faço arranjar um carro para me levar lá? Não tem jeito. Podias me levar lá? Eu doucei dois cruzeiros para que me leve ali no bairro da Paza.
Depois disse que pensou: “Ah, o meu serviço é mesmo andar, uai, não é? É com a pit na boca a andar e a suviar. Não, está bem, eu levo a senhora lá. Vai dar certinho que estou a precisar fazer uma merendinha ali. A merenda é de R$ 4 e eu só tenho dois. Então vai dar certinho. Senora dá-me R$ 2, eu levo a senhora lá e dá certinho a inteira da a minha merenda.
Depois disse que a mulher montou na bicicleta e ele mandou-se. Só que disse que na altura in que ela montou, que ela abraçou, pôs as duas mãos na cintura dele, dizendo que a mão dela estava gelada, gelada, gelada, e chegou a doer os ossos dele. Dizer ele que estava com a camisola e mais uma blusa por cima. dis que mesmo por cima da blusa sentiu assim que as mãos dela estavam congeladas, congeladas mesmo. Ele disse que meio que assustou.
Depois o segunda coisa que o deixou encuccado, que ele olhava ao espelho, a bicicleta de espelhava no espel procurando o rosto dela, mas não a via. Depois quando ele virava assim um tantinho para trás, rapidamente, ela tava. Depois quando olhava no esp. Ele olhava, ela estava. E ele ficou naquela dúvida e saecou lá para o rumo deste bairro da paz.
E nesse percurso que ele ia indo para lá, a pequena viatura da cidade, que devia ser um fusco, um fit 147, certo? Estava vindo de lá para cá, no contrário, no sentido contrário que ele se estava a rir. E ele tinha amizade com os polícias, não é? Ele chamava os polícias, polícias chamava-os, trabalhavam em parceria, eram amigos, não é? Depois quando via viatura eles paravam, conversava, mas diz ele como estava levando a mulher, não deu trela aos polícia que a viaturia vinha devagarzinho à noite na rua assim observando-o na bicicletinha. Vapo vapo vapo vapo vapo vapo vapo. Passou pela viatura, apenas levantou a mão para os polícios e mandou-se.
Chegou lá ao bairro da Paz, que é precisamente em frente o cemitério, disse que a mulher falou aqui para mim está bem, senor para aqui está bem para mim. Depois disse que o cemitério é o seguinte, tem dois portão, um portão grande de ferro onde entram os carros, certo? O porteiro puxa o portãozão, entra o carro com os defuntos dos visitantes, não é? E tem um pequeno portão onde entra os peões. Depois ela desceu e marcou para o rumo do cemitério. E o cemitério ele disse que não sabe se o vigilante estava a dormir ou se não estava lá ou enfim. Disse que ela marcou no rumo do portão de peões, abriu o portão de peões, entrou, fechou e seguiu pro rumo do túmulo mais importante que havia e há lá na Tapipoca.
disse que é um pessoal muito rico que caiu lá um avião uma vez e foi enterrado ali um povo muito rico da região, garimpeiro, lavrador, não sei. Um povo muito rico, parece que tinha mulheres, havia homens, um pessoal de muito dinheiro. Caiu lá um avião e está pipoca e acabou. Não sei se o pessoal era de lá, se ele não explicou, mas enterrou lá. O túmulo ela importante, bem cuidado, bem zelado, rodeado por umas cordas azuis, bem arrumadinho mesmo, bem ao jeito. Que a mulher abriu o portão, entrou, fechou o portão, depois falou com ele: “Ah, deixa-me dar-te aqui o o os R$ 2.”
Depois disse que ela meteu a mão assim no bolso, tirou os R$ 2 como se fossem duas notas de R$ 1, que neste tempo da ele não lê, disse que não se lembra da moeda que era. Duas, duas notas e deu-lhe. Ele dis que nem reparou, só abriu a carteira e pôs dentro. Já disse que já o deu a dobrar, tirou tipo do peito assim no bolso, mulher transporta dinheiro embolado. Falou: “Está aqui o seu dinheiro”. Ele pegou, pegou, meteu na carteira, fechou, meteu a carteira no bolso, a mulher entrou e foi em direcção a esse túmulo. E chegando ao túmulo, ela do nada ela desapareceu.
Depois ficou encucado com aquilo, encucado, encucado, montou numa bicicletinha e veio-se embora. veio embora, chegou ao posto, os polícias estavam lá parado no posto. Aí ele parou pros perto dos polícias e os polícias falou para rapaz, quais que nós vamos atrás de si, que para onde é que ia naquela velocidade? Passaste por nós numa velocidade muito mais do que um automóvel. Conhecemos-te por causa da bicicleta e da palavra Deus que tinha atrás, mas passaste por nós virado num curisco.
Ele disse: “Não, não viste que eu estava com uma mulher na garupa? Eu tinha ido levar uma mulher lá ao bairro da paz que ela me pediu. Depois os polícias que mulher você não estava com uma mulher na garupa? Você tava virado no 70, parece que tinha motor nas pernas. A sua bicicleta tava era quase voando. Mas não tinha mulher na sua garupa, não, ué. Tinha mulher nenhuma na sua garupa. Estavas sozinho, tás fazendo besta de nós. Não, a mulher veio. Uai, pode perguntar a menina do posto ali do café, ó. Mulher bonita, bem vestida assim, assim, assada. É mulher rica, mulher fina mesmo.
Chegou a menina do posto disse: “Não, também não vi mulher nenhuma, não vi que paraste ali a bicicleta. Eu até fiquei na dúvida que ficou parado ali a falar sozinho, tipo acenando e conversando sozinho. Aí depois saíste, não tinha mulher nenhuma não. Eles vou provar para vocês. Ela deu-me R$ 2 que eu disse que queria lanchar, queria comer uma tapioca e um café que é R$ 4. Até a menina do posto lá perguntou se eu queria naquela hora. Eu disse que não, mas na verdade é porque eu só tinha dois contos e é quatro conto lanche. Aí eu falei para ela que se ela me dasse dois conto eu levava-a lá, que era precisamente que precisava para interar a merenda. Quer ver? Ó, como ela me deu. Ela abriu a carteira.
Quando abria a carteira, só estavam os R$ 2 dele e duas foinhas de um burro dentro da sua carteira. Não era dinheiro que a mulher tinha dado para ele. Duas foinhas de um burro. Depois disse que só aí é que foi entender que era uma assombração, que era uma alma. arrepiou-se todo, ficou com medo.
Eh, os polícias viram que aquele facto realmente era verdadeiro. Todo o mundo ficou com medo, toda a gente ficou assustada. Eh, e depois foram saber, foram-se informar que esta mulher de quando em quando ela aparece lá na cidade de Tapipoca, surge pelo centro da cidade pedindo alguém ou chamando alguém ou alguém a vê sai seguindo do centrinho da cidade para o rumo desse bairro da paz ou cemitério da paz.
disse que até hoje, de quando em vez, alguém vê esta mulherzona rica, bonita, bem vestida, cheia de jóias, certo? E o meu amigo Rogério carregou-a, foi na garupa da bicicleta dele. Disse que depois ficou com muito medo. E ele disse que nunca mais foi neste bairro da paz à noite. Ele disse que ia até lá perto e apitava bem alto mesmo para o povo pensar que ele estava lá pertinho. Mas na verdade ele disse que não beva o cemitério de todo. portava por trás noutra ruinha de terra e voltava para o outro lado, mas ele nunca mais passou em frente ao cemitério de noite e nem naquele bairrozinho da frente que se chamava o bairro da paz, porque depois do facto, depois do sucedido é que ele foi compreender e o medo veio.

Depois termina aqui mais um caos caipira. Se gostou, inscreva-se no nosso canal. Agora que está a fechar o caos, vai aparecer uma bolinha com o a minha foto, ou neste canto ou neste canto. Daí eu te pedir para clicar nela, nesta bolinha com a minha foto, porque aí estás se inscrevendo no nosso canal Pedrão Bocó Causos Caipira ou aqui em baixo no rodapé aqui, ó, no primeiro comentário fixado aqui em baixo, primeiro comentário eh tem o número do meu WhatsApp e acima tajazinha branca que tem escrito assim: “Inscreva-se”. Tu tchu, tá? Fuiou o dedo ali, estás inscrito no nosso canal.
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É, eu sou um centão que tem dois filhos crianças. É, eu casei tarde, a minha mulher também. Nós é um casal de quase 60 anos com dois filhos criança. Então a gente não passa necessidade, não estamos aí a passar fome, mas levamos uma vidinha mesmo dentro da medida do comboio, tudo mesmo, certo? O bife é de segunda e é contado, os pedaços de frango é contado para poder dar tudo direitinho, senão falta, não é? Eu tenho um problemas psico, tomo medicação, coluna, o meu filho também tem um problema saúde. A gente está sempre a gastar bastante com medicamentos. Então, qualquer valor que possa colaborar com o nosso canal é muito bem-vindo, é muito importante e nós agradecemos muito.
Eu no final do ano e fiz uma campanha para ver se conseguíamos comprar uma bicicleta para o meu filho mais velho, certo? O meu filho mais velho tem 13 anos, tem 1,75 m de altura e pesa 75 kg. É, é jogador de futebol, é guarda-redes. E eu fiz esta campanha para gente comprar a bicicleta, pai. Ele a gente acabou por arrecadar arregadinha aí 300 e tal reais, mas nós não conseguiu concluir. Estamos no mês de seis, não é? E eu ainda não conseguiu cumprir essa promessa, esse promedito o meu filho da bicicleta.
Por a ideia, nós temos uma outra bicicletinha mais velha que ele usa, nós passamos para o filho mais novo, não é, que é uma bicicleta mais pequena e para o meu filho uma bicicleta maior ou mais reforçada. Pode ser bicicleta simples, de marca simples, até mesmo utilizada se tiver e nos quiser doar ou quiser ajudar-nos aí na chave Pix, qualquer valor é bem-vindo, certo? Ou você tem uma loja de bicicletas, uma loja que vende móveis, que vende bicicletas e quer nos presentear. Maravilha. Você tem uma bicicleta usada aí que comprou dizendo que a partir de janeiro ia andar todos os dias, que ia pedalar todos os dias, fazer exercício, perder vários quilos e acabou que ela está ali pendurada. Para nós, ela será muito útil se nos doar, pode ser utilizada, não há problema.
Aí o que é que acontece? Além de nós não ter conseguido comprar a bicicleta do filho mais velho, que seria a promessa de dezembro, a outra vai partir. Mas nós não perdemos a fé, não perdemos a esperança, porque o que vence o difícil, o que vence o impossível é a persistência e a fé. Portanto, nós não perdemos a fé, não é, que alguém nos vai ajudar e nós vamos comprar esta bicicleta para o filho mais velho, arranjar essa outra, passar para o mais novo e a vida vai continuar.
E se você quiser colaborar, o primeiro comentário fixado tem o número do meu WhatsApp, que é também a minha chave Pix. Claro. Agora Quero fazer um convite para você que é empresário, para si que tem a sua empresa, tem a sua marca, tem o seu produto. O YouTube é o maior lugar, o melhor local para que possa fazer a a sua publicidade da sua marca e do seu produto. Nós estamos, eu de cá e tu de ali, na maior plataforma de vídeo do mundo. Hoje o telefone, a rádio, a televisão ainda existe e funciona e tem o seu público. Mas o YouTube é campeão. É, chega-se na casa das pessoas, ela está a ver televisão, mas na verdade está a ver YouTube. Portanto o seu produto, a sua marca tem que está no YouTube.
De preferência, se você casar com dois tipos de de público que tenho, que temos, que te vou dar agora, que são duas galinhas de ovos de ouro, que é a velha arada. A velha lavrada, ó, tudo tem o seu dinheiro, a sua reserva. Aqueles que não tm uma reserva tal como eu, mas tem um aposento, final de mês, é certinho aquele dinheirinho ali e ele vai gastar no seu produto, na sua empresa, na sua marca.
E o grande ovo, o grande ovo de ouro que a galinha suou para o pôr para fora, que nós temos, que eu lhe vou indicar para a sua empresa, para a sua marca, para o seu produto, é o povo do agro, é o povo da roça, que a maioria do nosso público, é os nossos causos tem mais sucesso, tem mais seguidores na lavoura, no agro e com pessoas ligadas à lavoura, ligada ao agro, não é, que já ouviu uma história, um caos ali de um tio, de um avô, de uma avó, não é, antigamente. Então, os causos está ligada à cultura campestre, está ligada à lavoura, é ligada ao agro.
E no agro, ó, toda a gente tem dinheiro. Onde é que está o maior dinheiro do mundo do Brasil? A maior sustentabilidade do Brasil e do mundo tá no agro, está na lavoura, lá toda a gente tem dinheiro. Vês aquele velinho simplesinho num carrinho velho com as botininha. Rasgando o bico. Chapeuzinho velho. Tem 4 5000 cabeças de gado. Arrendou a exploração para plantar soja ou ele próprio planta. Ó, no banco está cheio dos milhões. Os netos dele frequentam a faculdade, outros trabalha na lavoura. Até os rapazes, os seus netinhos pequeninos, quando nasce já ganha uma um bezerro de uma madrinha, uma vitela do padrinho, mais um vitelo do pai.
Depois até um rapazinho de 5, 6 anos já tem a sua moitinha de gado, já tem a sua poupança, já tem, ó, cobre-os. É o agro é onde é que está o cobre. Então aqui no meu canal vais atingir de cheio estes dois públicos, que é o pessoal de mais idade e o pessoal do agro. Esse pessoal vai integrar com a sua marca, com a sua empresa. E ó, amanhã já amanhece montado num cobrão maior do que é do que estás agora.
Um grande abraço, boa noite, que Deus vos abençoe. Brasília está uma tarde linda, maravilhosa, não é? Daqui a pouco jantar só um bocadinho, tomar um tramadolzinho para Cacunda, um clonzeep para poder firmar o sono. Amanhã, se Deus quiser, com fé e Nossa Senhora, a gente volta à hora do almoço. Acende o fogão a lenha. Enquanto faço a carne no fogão a lenha, conto-vos mais um caos saloio, se Deus quiser. Yeah.
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