O nosso cauzinho da tarde de hoje, desta bela tarde que está aqui em Brasília hoje, graças a Deus, é um caso engraçado, o seguinte, é um caso de um acidente entre uma onça pintada e uma bicicleta monarque barra circular. É, este facto aconteceu lá na região de Atalaia, no Paraná, no município de Atalaia, no estado do Paraná.
Quem me enviou este caso foi o Nei. Um abraço, Nei. Valeu lá pelo causinho, hein? Porreiro para caramba. Tenho a certeza que o pessoal vai gostar, porque um atropelamento de uma onça pintada, uma bicicleta monarque, barra circular, não é, não foi um negócio muito bonito, não. Tanto mais que a bicicleta tinha buzina, limpa cube, limpa raio, fitinha, espelho, capa da garupa, aquela bolsa redonda que vai dentro da barra, mais uma buzina.
Ih, o Nei contou o seguinte, o os seus avós nasceram em Minas Gerais, na região de Monte Azul em Minas Gerais. Mas ainda criança, Os avós dele venderam as terras nas Minas e foi para concelho de Atalaia, para aquela região de Atalaia, no estado do Paraná. E lá se formou a sua família, não é? Teve 19 filhos. É, 19 filhos.
E o avô deste, o pai deste meu amigo era um desses 19 filho, o pai do Nei que me enviou a história. Olha só. Aí lá no sítio trabalhava, se produzia rapadura, queijo, leite, lavoura de café. Trabalhava mesmo muito, porque era 19 filhos. Depois uns casando, outros a trabalhar, mas o pai do Nei e já tinha por volta aí de uns 20 anos mais ou menos.
E ele com muito sacrifício que ele tem para as coisas muito difícil, não é? Ele conseguiu comprar uma bicicleta Monarque barra circular. Pois, era o meu sonho de criança, de infância, mas infelizmente não tive a sorte que o pai do que o pai do Nei teve. Não consegui ter a a minha monarque barra circular. Fez tudo o que podia pôr na bicicleta.
Ele punha, ia para a cidadezinha lá para Ataláia e aí trocava os punhos, as capas de travão. Eh, pôs aquela buzininha trim trim trim, espelho, fitinha, limpa cubos, tudo o que podia colocar nessa bicicleta, o os lameiros, não é, com aquelas luzinha. E o mais interessante era tinha um farol.
Antigamente as bicicletas, a juventude hoje muitos não conhecem. A bicicleta tinha um farol igual ao farol de um automóvel com duas lâmpadas, uma reta e a outra mais para baixo. E tinha o dim dima, é uma coisa assim, ele gerava energia, era um pequeno reator que gerava energia. Então tinha uma cabecinha arredondada, eh, umas fresazinhas, ali puxava-se, ele encostava-se de um pneu, rodava, gerava energia e acendia aquele farol.
E o farol era bom, uma bicicleta que tinha um Dima, não sei se era Dima, Dima, esse tinha um nome lá, mas rapaz era igual ao farol de um carro e a bicicleta dele, do pai do Nei, tinha esse farol. Então, o que é que acontece? Ele tinha uma namoradinha na cidade ou ia lá comprar alguma coisa, creio que é em atalaia, não é? Ou então em alguma corrutela por ali perto.
Aí ele ia, mas voltava sempre de dia, porque lá na altura havia muita onça, porque isso, ó, tava desbravando o estado do Paraná. Eh, então tinha muita onça lá, era perigoso você andar de noite sozinho, não é? Então tinha muita onça. E no caminho ainda havia mais uma. Tinha uma gamleira antiga, velha, bem numa curva da estrada, onde a estrada vinha direita, fazia uma curva assim, quando se abria na curva tinha uma gamileira que ela foi crescendo, foi crescendo para baixo assim, aquela gameleira que vai dando aquelas raízes, aquelas
coisas, aquelas raízes, aquelas coisas, aquela gameleira que uns 10 homens não abraçava-a. Portanto, era uma sombra imensa. E o pessoal mais antigo dizia, porque há muitos anos atrás tinha morrido um homem lá debaixo daquela gamileira que ele envinha da venda dois amigos, dois homens, envia de uma venda bêbado, parar ali debaixo daquela gamileira, tomaram o resto da pinga e ali se desentenderam e esfaquearam-se um ao outro e morreram lá os dois.
Aí diz que esta árvore ali de quando em quando alguém via alguma assombração, alguma coisa estranha, havia esta lenda da gamleira. Então motivos que vinha da cidade de dia ainda era com medo da assombração da gameleira. E esta gamraira ali naquela estrada era exatamente assim. Do lado de baixo tinha uma roça de café, uma lavoura de café.
E do lado de cima a mata, que era uma mata que se desvanecia de vista, dizendo ele que hoje essa mata ainda existe lá do mesmo jeito, porque hoje transformou-se numa reservacológica protegida, uma mata imensa. Ele falou que hoje é que há lá onça mesmo com gosto nesta mata. Aí o que é que aconteceu? O pai do Nei lá com os seus 20 anos foi lá para a Currotela, acho que enrolou um pouquinho na carrada da morada ou então foi atirar uma cuca ou levar um golinho que gostavam de beber um uma cervejinha, um golinho de pinga, rapaz
novo, não é? À conversa com os amigos ou jogar à bola, enfim, acabou por tardando um pouco e escureceu. E estava uma noite muito escura. Estava uma noite assim meio querer chover, uma noite muito escura. E diz ele que a estrada ali é aquele tipo de estrada arenosa, aquela areia, a estrada plana, eh, direita, plana, sem buraco, mas aquela areia, aquele pó, sabe? Aquela areia, aquele tipo da terra lá de atalaia no Paraná, aquela areia, aquele pó, porque a terra macia e na estrada onde se passa muito virou areia,
certo? Aquela estrada de areia. Depois diz ele que lá vem na bicicletinha dele, Monarque, Barra Circular, toda enfeitada de lá para cá, por volta das 8:30 para as 9 horas da noite, mais ou menos. E lá vinha chinelado e com coração apertado, com medo da lá da curva da gamileira assombrada. Ele nunca tinha passado daquela hora, sempre ele vinha mais cedo assim, 7:30, antes de escurecer bem, ele vinha.
Mas nesse dia ele interteu por lá e acabou por vir já mais de 9 horas da noite, 9 para as 10 horas da noite. E ele lá vem de lá para cá que vem na bicicletinha monarca dele, mas que vinha chinelado mesmo. E a gente na lavoura, quando treina na bicicleta, o meu amigo, andas na estada de terra, corre muito mais do que um carro, você aprende os lugar tudo.
Aa mais quando passa-se na estrada todos os dias, quase todos os dias, conhece as mães, os caminhzinhos todinho, rapaz. Você anda um carro não acorda o tanto de si se você conhecer estrada mesmo de noite. E a bicicleta dele tinha farola, pai dizer ele que vinha de lá, mas vinha virado no 70 mesmo.
Falou: “Vou dar o que há aqui no pedal para eu passar à sombra da gemeleira na curva ali. Se aparecer assombração, ela não vai dar tempo. Nem de eu ver que vou passar lá pelo menos a 60 à hora. Rapaz, ele disse que açoitou, mas pedalou tanto que as pernas chegou a ficar dormente para embalar. E veio que veio, chega, veio mesmo a chiar.
Quando ele abriu a curva que fez assim, ó, que o farolzão da bicicleta clareou debaixo da gameleira, uma onça pintada que era uma lea de onça deitada, a dormir, atravessada bem no meio do caminho. Depois é aquela história, tu decidires a vida em fracção de segundo, menos, não é, em milésimos de segundo.
O que é que ele fez? Firme firmou bem na bicicleta para bater na onça, porque se ele fosse desviar caía, se fosse saltar não dava. Ele imaginou eu bato-lhe com a bicicleta que eu magoo-a, né? E da maneira que ele imaginou, ele vi no meio da onça da costela dela e ela estava a dormir, né? E assustou-se, né? E a onça e deu aquele ribolíço e ele cai aqui, levanta com lá, cai aqui, levanta com lá e põe.
A a pancada foi tão forte que a roda dianteira empenou e começou que r que rico no garfeló. Pedalo para quem tinha e pedalo para quem tinha. E ele imaginando que a onça estava atrás dele, aquele barulho do do pneu torto na bicicleta, o pneu de trás também se desalinhou porque passou, bateu, a pancada foi muito grande e ele tornou-se um 70, moço, e foi virado no Zel mesmo.
Dis que as pernas endormeceu de tanto que pedalou depressa, que já estava assim 1 km para chegar a casa mais ou menos. E ele foi que boné, o relógio, ele não sabe para onde é que foi parar. Chegou na porteira do corrado, da maneira que ele chegou à porteira, já tombou a bicicleta, atirou-a para o chão, já passou debaixo da porteira e já entrou para lá dentro e já bateu à porta, demorou a abri-lo e por naquele desespero que foi, meu? Ele demorou a respirar, perdeu até a voz para poder contar a história.
Depois bebeu uma água a mãe dele, mas o pai dele calmou-o, não é? Era pouca gente para o acalmar, que era 19 irmãos, não é? Aliás, eram 18 irmãos, certo? Que eram 19 filhos. Mas o pai e a mãe levantaram 18 irmãos, mas o pai e a mãe e aquele tendere pá todo e a bicicleta toda torta, toda quebrada e o homem quase morto de medo e tornou-se aquele aranzé.
Falou: “Não, amanhã cedo não, mas ela veio atrás de mim, a onça viada. Não, de manhã cedo nós vamos lá verificar para ver o que que aconteceu. Depois quando amanheceu o dia, foi lá o pai e os filhos vê o sinal da do acidente. Chegou lá ao sítio que a onça estava deitada, até tinha o cabelo dela no chão. Mas acontece que a pancada que ele deu nela foi tão grande, entortou a roda dianteira que ela foi que o rique pegando no garfo, não é? A roda traseira passou por cima, também chegou a entortar e a onça assustou-se.
Ela deu, foi de susto. Aí viram também que a onça arrancou, foi a sua arrancada para um lado e da onça para o outro. da onça não foi atrás dele, que como a estrada estava arenosa, viram que a onça arrancava assim, que chegou a ficar o sinal das unhas e ficou o cabelo dela no chão e ela viu a o arrastador que ela estava com a cara, a mata estava desse lado, ela estava com a cara para o rumo do cafezar, ela arrancou e ficou rastador que ela saiu virada no 70 também direito e entrou no cafezar.
E eles seguiram o rasto dela, cafezar lá dentro, que o rasto chega, estava com o sinal das unhas, assim que ela também, ó, foram dois sustos, não é? Foi o susto da onça. Não sabe qual que ficou mais com medo, qual que assustou mais, se foi o pai do Nei ou se foi a onça. Mas a sua bicicletinha barra circular, que era o chodó dele, teve que a roda dianteira teve de comprar foi outro que não deu sequer para desempenar mais.
Aí ajeitou a bicicleta e seguiu a vida. E termina aqui mais um causas caipira no nosso canal Pedrão Bocó Causas Caipira. Se gostou, espalhe com os seus familiares, com os seus amigos. Agora, no finalzinho do causo, aparece uma foto minha, ou neste canto ou neste outro canto, uma foto minha com o microfone. Aí quero pedir-lhe clicar nesta foto que é para si se subscrever o nosso canal.

Ou então você pode inscrever-se aqui em baixo, ó, no rodapé do vídeo. Abaixo do vídeo um pouquinho, vai estar uma tarjezinha escrita assim: “Inscreva-se”. Tu tás fui o dedo aí, já estás inscrito no nosso canal. Porque a nossa meta, com a ajuda de vós, com a minha luta, com a fé que temos em Deus, quero chegar a dezembro com 100.
000 inscritos no nosso canal. É a nossa meta. Nós estamos caminhando para o rumo dos 50.000. Graças a Deus e graças a vós. Já estamos aí com 43.000 e uma fumacinha. É, graças a Deus. O algoritmo aquele rapazinho que zela aqui do YouTube, ele está a ser bom comigo esses dias. S, ele tem espalhado caso. Este mês passado quase atingimos 2 milhões de visualizações.
Quase. Foi para um becin de uma purga. Para nós fechar 2 milhões de visualizações no mês num canal com 40 e poucos mil. É muita visualização. É graças a Deus e graças a vós que nos acompanha. Aqui em baixo fica o número do WhatsApp. Se quiser fazer como nei enviar um causo, enviar uma história da onça, da assombração, do velho macumbeiro, não é? do caipora, do curupira, do saci, aquela história que o seu avô contava-lhe, que ficava até com medo quando era menino.
Manda para nós, envia para esse número de WhatsApp aqui, ó, que eu vou ter o maior prazer em recontar a história. E esse número do WhatsApp que fica aqui, ó, no rodapé, é também a nossa chave Pix aqui do nosso canal Pedrão Bocó Caus Caipira. É, se quiser colaborar com o nosso canal, está aí a oportunidade, ó.
Qualquer valor que depositar nessa chave PIC será para nós de grande utilidade. Não é que nós esteja aqui a passar fome, a passar necessidade ou mendingando aqui no nosso canal, não. Mas a realidade é essa, meu amigo. A coisa está feia para todo o lado. Se a coisa não está boa para o seu lado aí, para o rumo de cá também não está não, meu amigo.
Parece que estamos caminhando mesmo para o rumo do buraco. Nós estamos numa campanha aí para comprar uma bicicleta com o meu filho mais velho de 13 anos. Eu prometi-lhe esta bicicleta em dezembro e já estamos a meio do ano e ainda não consegui. Já aí angariámos R$ 400 praticamente, certo? Espero que possa contribuir. Qualquer valor é muito bem-vindo.
A as pessoas levam aquela vidinha assim básica, apertada, que não não pode ser CD em nada, é só o trivial mesmo. Eu tenho problema grave de saúde, não é? Problema psíquico, problema na coluna. Então, eu faço tratamento eh com um psiquiatra, eu tomo medicação psiquiátricos, eh medicamento para a coluna, o meu filho tem 13 anos, tem 1,75 m de altura, quase 80 kg, é atleta, é guarda-redes, jogador de futebol, mas também tem um problema de saúde.
Portanto, aqui em casa, só de medicamento a gente gasta uma baba. Então, qualquer valor que contribua com o o nosso canal é muito bem-vindo e nós agradece muito. Mas se é um grande empresário, um grande lavrador, quer contribuir com maior valor ou tem uma loja de bicicletas, uma cadeia de loja que vende bicicleta, entra em contacto comigo com este WhatsApp aqui que a pessoas dizem: “Dou-lhe o meu CP, pode enviar uma bicicleta”.
Aí, sendo uma bicicleta reforçada, não necessita de ser marcas famosas, não. Pode ser utilizada, não tem problema. Eh, entras em contacto comigo, dou-te o meu código postal, o meu endereço, a gente vai ficar muito contente. Ou então pode depositar o valor que quiser aqui nesta chave Pixel. Se você pode depositar um valor mais elevado, um valor maior, ah, graças a Deus, que Salomão te abençoe, que a tua prosperidade cresça cada dia mais.
Mas se igualmente a nós que tem boa vontade, quer ajudar mais as forças é pouca, cantinho que depós nessa chave pisca aí, nessa chave Pix será para nós de grande utilidade. Agora eu Quero chamar a atenção de si que é empresária, você que tem a sua empresa, tem a sua marca, tem o seu produto, tem a sua empresa distribuidora, tem o seu laboratório de medicamentos.
Olha só, os os nossos dois tipos principais de Os seguidores são pessoal do agro e o pessoal de mais idade. É, pessoal mais velho, ó, tudo tem as suas reservas. Aqueles que não t uma reserva tal como eu, mas tem o aposento todo fim de mês, ó, cai direitinho na conta dos velhos. É, aqui em Brasília há muito, mas é muita família que eu conheço que os velinhas, as velinhas que sustenta os netos.
Os bisnetos tudo morto de preguiça, não quer trabalhar. As netas e bisneta embucha tudo, a casa cheia de gente. É os velinho aposentado que banca. Não sei como é que vai acontecer com o futuro quando estes velinos morrer. Esta nova geração está complicada, certo? Mas voltando ao assunto, o velho, o senhor de idade, ó, Deus cobre.
Se ele não tem uma reserva, mas o final do mês é certinho ali o aposento dele, ó. É. E ele vai comprar a sua marca, o seu produto, a sua empresa, o seu medicamento, o medicamento do seu laboratório, da sua distribuidora de medicamentos. Agora a grande galinha dos ovos de ouro aqui do o nosso canal, o pessoal do campo, o pessoal do agro, que representa aí 80% dos nossos seguidores, é que nos acompanha o Agoren, onde é que está o dinheiro mais alto do Brasil? Onde é que está a sustentabilidade do Brasil e de grande parte do mundo? E lá está os cobre. É, o meu
amigo, lá na lavoura, lá no agro, vês aquele senhorzinho simpleszinho, na prozinha boa, um carrinho velho, a a botininha dele já está com um biquinho assim meio aberto. Vai ver, tem um lavrador, plantação de soja, gado, muita casa na cidade, ali no banco, ó, cheio dos milhões guardados. É quando nasce um um um rapaz lá na roça do sitiante, do chacareiro, do lavrador, no dia em que nasce, já ganha uma vitela da madrinha, depois o padrinho dá um vitelo, o pai dá mais um vitelo, depois o tio dá um bezerrinho, depois a a irmã mais
velha dá um outro bezerrinho. Quando o menino tem hoje 10 anos, já tem uma boa moita de gado, já tem a faculdade dele já garantida só com o gado que já tem. É lá na lavoura, ó, lá é que está o dinheiro. O pessoal da lavoura está sempre a ver-nos hoje. Na roça está chique, menino. Esta semana mandaram para mim numa fazenda em Goiás.
Teve uma festa lá, um churrasco e tal. Aí no final lá puseram lá um, rapaz, uma televisão. Sem brincadeira. No meu tempo na lavoura, não tínhamos um rádio de pilhas. Uma televisão parece que era maior que uma Kombi ali na parede da sala assim, ó. E mais de 200 pessoas ali a ver eu, Pedrão Bocó conta casa.
Ah, mas eu fiquei contente demais. Está doido. É bom demais quando faz-se uma coisa com simplicidade, com amor, não é? Que gosto de contar história e conseguimos agradar as pessoas. É muito bom, certo? Muito obrigado. Eu só quero responder agora a curiosidade. Não foi só uma pessoa que perguntou, várias pessoas já me perguntaram se o que eu uso é prata, é ouro. Não.
E o significado, ó, este medalha aqui maior é de São Bentor, não é? Aqui temos a estrela de Salomão e temos esta outra medalha de S. Cipriano. Uso uma pulseira que também é moeda antiga, não é ouro. O meu anel, né? com a estrela de Salomão. E outros perguntam: “Porquê?” Tenho ansiedade, sou um pouco depressivo, mas espiritualmente sou muito forte.
E onde há brilho, onde há luz, onde há coisa que brilha, ouro ou coisa semelhante ao ouro, se atrai energias positivas, afasta as energias negativas e atrai energias positivas. É. Você usar coisas que brilham, porque os espíritos do mal, as energias negativas, não gosta de luz, não gosta de uma coisa que brilha, não gosta da imagem de um santo, não gosta da estrela de Salomão, a estrela de David, não gosta eh de um anel que isto aqui não é de ouro, isto aqui é de moeda antiga, ó, mas ele brilha, parece ouro.
Assim, atrai energias positivas, afasta as energias negativas. E eu gosto de usar, eh, eu não vou dizer que é uma jóia porque não é de ouro, não é? Mas para mim são jóias porque é desta que eu consigo comprar, é desta que posso usar, não é? Sinto-me bem, sinto-me feliz com elas. Agora não é ouro.
Ah, se fosse ouro vendia uma e comprava a bicicleta do meu filho. Sem nenhuma dúvida faria isso com maior prazer. Que Deus abençoe. A noite em Brasília está chegando. Que o Espírito Santo proteja si, a sua família, a sua casa. Que Salomão te dê muita sabedoria para que cada dia mais aumente a sua prosperidade, a sua sabedoria. Porque quem tem sabedoria tem tudo. Grande abraço do Pedrão Bocó.
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