Posted in

A HISTÓRIA TRISTE DESSA MOÇA DE 21 ANOS

E aí, pessoal? Vídeo novo a começar e hoje tenho uma história para contar deste cemitério aqui. Talvez muitas pessoas vão gostar da história. Um pouco das pessoas talvez vão ficar chateadas, certo? Mas é uma história bastante interessante. É um cemitério muito antigo, como V. podem ver lá.

Olha só, aqui tem uma uma empresa, ó, colada no cemitério. E pelo que percebi também houve dois enterramentos ali, não há muito tempo. Eu passei aqui há uns meses atrás e tinha bastante mato, estava muito alto. E eu acredito que por causa destes enterramentos que houve, não é, o pessoal pôs veneno nos matos aqui. E vamos à história.

Assim, quero contar a história desta rapariga aqui. Depois mais tarde mostro um pouco da dos túmulos antigos para vós. Tem uns bem giros ali, vão gostar bastante. Eu andei a pesquisar, eu conheço este cemitério aqui já faz uns dois anos, não é? Esta menina aqui, ela faleceu muito nova. Olha só, vou mostrar primeiro o túmulo dela.

Olha lá, Lídia Miller, ó. E ela foi casada, não é? O seu apelido de solteira era Junsterman. Vejam só que gira a foto. E podem ver, vejam só, ela nasceu o 20/05 de 1905 e faleceu a 20/01 de 1926. Há dois anos, quando vim aqui, tinham colocado flores novas, mas depois disso ninguém veio aqui a este túmulo. E bom, este túmulo aqui ao lado, ó, podem ver que já não tem inscrição nenhuma, certo? Não tem mais nada aqui. Eu acredito que andaram a roubar.

Olha lá, aqui era um túmulo de um casal, certo? E pesquisei há uns meses, alguém colocou no Family Search, tinha ainda as placas com os nomes. Esta menina aqui, ó, não me vou lembrar muito ao certo o nome do casal aqui. Eu penso que era Fernando e o nome da esposa dele não me lembro, mas o Fernando, foi casado com a Lídia.

E podem reparar, certo? Tem uma esposa aqui e a outra mulher dele aqui. Quando casou com a Lídia, ela faleceu bem nova, certo? E com certeza ela já tinha sido aqui sepultada. E como aqui é uma cidadezinha muito pequena, mesmo no interior, O marido da Lídia, o Fernando, ficou aqui na cidade, não é? E ele então casou com outra mulher.

Podem ver, ó, aqui está o tono de um casal. E a Lídia, ela faleceu muito nova, mas ela teve um filho. O seu filho faleceu em 2015. Faleceu com 80 e poucos anos. Eu acredito que foi da família, não é, querer colocar os dois juntos aqui, um ao lado do outro. A família concordou com certeza. Ela teve um filho, só para vocês verem, certo? E com certeza que este filho dela teve filhos.

Então, com certeza ainda deve ter netos vivos. É uma história muito interessante, certo? Talvez aí muitos pensem: “Ah, mas por que enterrou o esposo dela do lado dela se ele casou com outra, não é?” Portanto, eu acredito que foi os filhos ali decidiram enterrar aqui os dois juntos. Bem giro, né? Eu também não sei o que que houve aqui.

Parece que alguém da família faleceu, porque antes havia flores nos dois, ó. E a gente vê que faz tempo que ninguém veio cá. Talvez aí algum parentesco faleceu, que vivia aqui nesta região, não é? E não voltou mais aqui. Interessante, certo? Comenta lá o que que vocês acharam. o marido, a mulher e a outra mulher ali. Bem giro, né? Vou mostrar alguns outros túmulos aqui para vós.

Então, ah, há mais um pormenor. Este, ó, era o tio avô da Lídia. Olha lá, já me ia esquecendo, ó. Adão Jsterman. De 1850 a 1923. Tio avô da Lídia. Era uma família bastante grande, não é? Aí uns vão paraas cidadezinhas ao lado, uns ficam aqui no interior. Eu estou bem no interior aqui de igrejinha no Rio Grande do Sul.

Fixe, né? Continuar aqui, ó. Mostrar uns uns antigos aí para vocês. Veio até um cão, ó. Hã? Vai vir. Alguém andou a limpar aí, ó. Olha só, há aqui uns túmulos que já estão bastante abandonado, não é? Bastante mesmo. Que nem deste casal aqui. Emily Sheffer, de 1863 a 1940. E ele vem vendo, ó. Vem aproximando-se. Vem, vem, vem.

Ah, agora correste, não é, pá? Escapou. Aqui é do marido da Emily. Philip Michael Sheffer, 1866 a 1918. Estes aqui são bem antigos. Olha, faleceu 1925, 1989 a 1925. Aquele ali atrás também tem uma história bastante interessante. Antigamente os imigrantes alemães que vinham pro Brasil, sul do Brasil, não é, particularmente, tinham várias profissões, não é, a maioria era carpinteiro, fazia as casas, arrumava a carroça.

Este aqui era um deles, ó, era carroceiro. Ele arranjava carroças. Bem giro, né? Olha. E olha a data deste túmulo aqui, ó. Olha lá. 1813 a 1881. Este aqui é um imigrante que veio da Alemanha aqui para o sul do Brasil. Vários vinham com estas profissões. A grande maioria era agricultor, não é? Aqui não sei se era Wendel ou Mendel.

Eu acho que era Wendel. Miller para vocês verem, não é? Muito antigo. Um cemitério muito giro. Hoje vemos que tem bastantes misturados, ó. Tem antigos lá, há novos. Não sei se daqui a uns anos vão começar a retirar estes antigos aqui. Olha só que bonito este, ó. Porreiro demais também, né? E é também um imigrante.

Olha lá, 1836 a 1889. Olha os pormenores do túmulo. O pessoal está a domar lá os cavalos. Há uns bem bem abandonados, não é? Esses dois aqui estão bem bem bonitos aqui. Os mais novos, ó. Para quem gosta de ver túmulos novos, não é assim tão novo, certo? Mas Iracci Eneman e Paulo Eneman. Ela faleceu em 2002 e ele em 2017.

Ele viveu bem, não é? Geralmente é sempre a mulher que vive mais tempo que o homem. Ela faleceu muito nova. Olha que nem este antigo aqui, ó. Plantar um pezinho de canela no interior. Olha lá. Ainda mais esta esta pedra de areia aqui, não dura muito tempo, ó. perde toda a inscrição. Ali à frente tem uns giros também.

Aqui tem. Ah, vieste bem sorrateiro, não é? Vem, vem, vem, vem, vem, vem. Dá um oi aí à malta. Agora que passei a mão no Tito, não vai descolar, certo? Certeza. Vem junto aí, acompanha aí. Com certeza deve ser da construção. Eles estão a fazer um uma casa ao lado ali. [risos] Aqui andaram a passar veneno, ó. Mas ali ainda não se vê que há bastante mato.

Devem ter retirado mais para lá os matos, porque lá não há, não é? É onde teve o enterro. E estes mais para cá deixaram. Eu acho que é uma pessoa que cuida aqui. Esse cemitério ele não é da câmara municipal. Aí é uma pessoa que cuida. Depois não sei como é que funciona, se a comunidade paga alguma coisa. para ele.

Não sei como é que funciona esse negócio. Nas cidades maiores, pelo que vi, ã, há famílias que foram para outros estados, não é? Aí o túmulo da da pessoa acaba por ficar e a família envia dinheiro para alguém ir lá cuidar desse túmulo, certo? Deixa-me tirar mais alguns com fotos. Olha que giro isto aqui, ó. Não vai ser possível chegar muito, mas eu vou mostrar daqui a foto deles, ó.

E aí, pá? Vamos, vamos juntos. Há uns túmulos assim, ó, que nem estes aqui. Aqui bem provável que não tenha ninguém enterrado, não é? E depois eles, a pessoa comprou este espaço aqui há há muitos anos e está aqui. Quando a pessoa falecer, vão enterrar aqui. Quando abrir o cemitério, depois há pessoas que que compram estes espaços há muitos, muitos anos.

Depois há pessoas que vendem, não é, o espaço, tá ali parado, que nem aquele lado do lado também é um, ó, aqui atrás. Eu tô da da Lídia, ó, há alguns de crianças, crianças. Este também, ó, é bem provável que não tenha ninguém aqui enterrado, ó. Pessoa comprou há muito tempo, certo? Aí aqui já ficam os mais novos, ó.

Tendo ali uma menina pequenina que é bem interessante também. É, quando eu vim aqui, muitos aqui enterrados. Agora tem bastante ali, ó. Um, dois, três. Aqui tem mais alguns bem recentemente. Olha que gira esta menininha aí. Alguém lhe pôs flores, ó. E olha quando ela faleceu, ó. Alice Hitler de 1918 a 1926 10 8 anos de idade, certo? Calma lá, pá.

Ok, vai ali. Faz faz lá a pose. Faz a pose lá. É, não é? Ã 10. Ok, vá, vá ali então. 8 anos de idade tinha ela. Aqui é tudo de crianças, ó. Olha estes aqui de gradezinhas. Tem bastante, ó. Geralmente põem as crianças de um lado e os adultos mais do outro lado do cemitério. Só que agora isto antigamente, não é? Hoje em dia acabam por misturar todo mundo, porque aquies já colocaram outros e vemos que o cemitério já está quase enchendo, ó.

Quase não, aliás já encheu, não é? Não sei o que vão fazer aqui, mas para lá não se pode ir porque deve ser terras de outras pessoas. Aqui tem mais alguns antigos, ó. Olha só, ó. Já perdeu toda a inscrição. Não tem como ver mais nada aqui. Aqui também há bastante mato. Olha só. Eu não sei o quê que eu acho que tem algum bicho morto ali, ó.

Ui, tem um cheirão ali à frente que está louco. Ah, esta também não mostrei, certo? Esta aqui, ó, é a esposa do Adã. Esta, então, é tia avó da Lídia. Olha aí, Elizabeta Junsterman 1850 1936. Está bem bonito, né? O túmulo aqui está bem arrumadinho. Olha só, estão a ver que este aqui não há mais nada, ó. Dos letreiros. Isto aqui roubam tudo, ainda mais que o cemitério é de fácil acesso, não é? Aqui liga para o interior.

Depois é só passar aqui, ninguém vê. As pessoas vêm aí à noite, roubam tudo esses letreiros aí. Bem giro, né? Cemitériozinho aí tem ali uns quebrados. Falar em avariado, dá uma olhada nesse. Então, ó, este partiu tudo, tudo, tudo, tudo. Mas vejam só que lugar bonito aqui, ó, que eu estou. bastantes colinas atrás ali, né? Este está bem bonito, ó.

Bem limpo, bem grande também o túmulo, ó. Fizeram cercado. Bem show, certo? Assim, tem antigos e não há antigos, não é? A gente vê que era bem poucos. Aí os novos de hoje em dia lá tomou conta. Não sei se antigamente também havia muito mais antigos, foram retirando, mas acho que não. Era só isto aqui mesmo. Comenta lá, pessoal, que que vocês acharam desse vídeo aí.

Eu queria mesmo era contar a história da rapariga ali, não é? Comenta lá o que acharam. Muitas pessoas também vão vão pensar que, ah, não se devia enterrar do lado das duas esposas, não é? Mas com certeza foi a família que quis isso, não é? O filho da Lídia e os filhos da outra mulher ali.

Não me lembro o nome dela agora porque ainda mais agora que não tem os letreiros, não é? Depois o filho da Lídia faleceu em 2015, bem muito velhinho, 80 e poucos anos. Bem giro, né? Comenta lá o que que vocês acharam. E este, então, foi o vídeo de hoje.

Disclaimer : This content may be created by AI for entertainment purposes. Any resemblance to real persons, events, or places is coincidental.