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VIÚVA MATOU 6 MARIDOS NO SÉTIMO DEU ERRADO!!! ( Causo verídico)

Tinha uma viúva negra no estado de Goiás. Esta viúva por nome de Catarina era uma viúva, mas pensa numa viúva bonita, coisa arrumada mesmo. Fazendeira cheia da nota, quinta grande, cheia de gado. Ficou viúva seis vezes. Ela matou seis marido. Quando foi no sétimo, ela enganchou a carroça. É, mas era uma viúva atraente, bonita demais.

Sabe, uma goiana quando é bonita é bonita, certo? As mulheres dos outros estados são todas bonitas, mas as de Goiás você sabe, não é? É fora de sério. No Goiás, por si achar uma mulher feia, tem que futricar demais e andar demais. E se brincar, ainda não acha. Esta viúva Catarina, ela casou a primeira vez, estava com 20 anos, passado uns dois ou três anos, o marido morreu.

Até então ninguém desconfiou de nada. Ele arranjou umas doenças, umas macacô, uns comboios, começou a amarelecer, começou a ficar mago. Naquele tempo não havia médico lá pelas roças. Tibum, bateu com as 10, morreu. Depois passou um tempo, ela casou com vaqueiro dela mesmo. Vaqueiro um gajo meio ajeitado, meio trabalhador, já andava por lá, não é? Já já admirava a beleza da viúva, não é? Quando ela ia montar no cavalo, já dava observada no parzão de coxas morenas que ela tinha.

Casou com ela, viveu mais cerca de 3 anos e pouco, começou a amarelecer, começou a emagrecer e levaram uns curandeiros e tal, não houve jeito, morreu também. Depois veio o terceiro, a mesma coisa. Veio o quarto, a mesma coisa. O quinto, a mesma coisa. O sexto marido foi um caseiro também que trabalhava com ela lá, um gaúcho que veio de outra região, não conhecia bem lá como é que era o sistema.

foi trabalhar e o povo avisou, ó, ela já matou cinco maridos, ela casa, fica com cabo cerca de 3 anos, 2 anos, 3 anos, chegou mesmo a estar 4 anos, que ela é demasiado bonita, atraente demais, não tem filho, tem muito gado, muito dinheiro, mas depois ela enjou do caboco e quando dado uns 3 anos em diante, ela vai fazendo umas mandinga lá e mata o peão.

Não, os pais dela eram macumbeiro, o avô dela era macumbeiro, candombreiro, cheio de coisas mesmo. Era mandingueiro mesmo, perigoso. Então é melhor cair fora disso. Candombreiro, você me desculpe, mas candombreiro não tem nada a ver com isso aí. Eu usei a palavra, queria falar catimbozeiro, senão vou ofender aí o candomblé. Não, não é canobl, é catimbozeiro.

Desculpa aí. Depois a família dela era tudo catimbozeiro mesmo. Então toma cuidado, gaúcho que nada, tia. Eu vou aproveitar daquelas belas coxas. Casou com ela. Dois anos e pouco. O gaúcho começou a amarelecer, começou em Cohei, bateu quase 10, morreu também. Já morreu sexto. Pois é. Aí apareceu um Goianinho, rapaz. Um Goianinho que veio deste destes bandas aí de Goiatuba, para este lado de Goiás, do fundo de Goiás ali, um goianinho daqueles goianinho magrinho, mas um goianinho aprumadinho, bonitinho, andava bem arranjadinho, vaqueiro dos

bão, peão dos bão. foi trabalhar para lá, mais ela foi trabalhar para lá, mais ela em poucas voltas ela conquistou-o e a todo o mundo avisou-o, ó, ela vai matar-te. Ela já matou seis maridos e ninguém sabe como a polícia não inogre nem nada, porque a pessoa morre de morte natural mesmo. Ela sabe umas mandingas, uns comboios, umas coisitas.

Ela usa o homem cerca de 3 anos. Ela chegou a usar um até aos 4 anos. Depois ela enjo aí ela mata e ruma outro. Aí, nesse tempo ela já tinha 40 anos, mas uma viúva de 40 que nunca teve uma filha, aquela viúva mesmo assim que por onde ela passava, ela chamava a atenção. A viúva Catarina era realmente uma goiana admirável, aqueles longos cabelos negros esparramados pela cacunda fora.

Ela andava muito bem vestida. Naquele tempo, poucas mulher usava calças, a maioria usava vestido, mas ela já usava uma calças de ganga, na altura chamava calça far oeste, com as botas, com cinto, com a blusa para dentro assim, aquele corpo alinhado, mostrando as voltas do corpo dela, tudo muito bem pintado.

E já mesmo assim daquele que se o capeta vesse, ele bambeava. Era uma armadilha de apanhar o cão mesmo, a Catarina. Pois é. Aí este goianin não por uma viúva rica e bonita como esta, se eu viver com ela um ano e morrer para mim já é bom. Se eu deitar com ela uma vez, mãe ser morte já tá bom.

Ué, um comboio bonito como este, tu tá doido. E os peão lá da quinta, os vizinhos, os povos avisar ló, vais viver no máximo uns 3 anos. rebentar 4 anos, porque foi o máximo que que viveu. Quando chegar a esse tempo que ela começar a dispensar o você de noite, ela arranjar uma dor de cabeça e virar a rabo para o seu rumo e dormir. Quando você bolir com ela, ela destrocer.

Quando ela começar a enjoar do pode saber que já bebeu do veneno e tu estás para bater com as 10. Ele não, não tenho medo, não. E aqui é Goiana rasta prosa. Aqui vou pegar ela é três, quatro vezes por noite aqui. Ela não vai enjoar, não. É porque estes outros homens era fraco de cama, não punha vela de linha.

Uma mulher desta, ela precisa de um cabra macho mesmo para a derrubar lá no meio do curral, derrubá-la lá no meio do passo, derrubá-la no meio do quintal. Ela está a fazer o almoço, chega lá e passa a perna nela, atira-a para o chão e parte para cima. Ela precisa de um homem é deste. Por isso é que ela está a matar esses outros aí. Ó, rapaz, cuidado.

Não é bem por aí que a sanfana toca. E ele partiu para cima dela, mas partiu seguro mesmo. E nos primeiros dia a mulher ria para as paredes que o goianinho velho, o bicho era, não era muito robusto, mas o cabuquinho era macho, mas mesmo macho. E e pegava ela, mas apanhava mesmo um seguro, igual a ele falava, saía para campinhar o gado no meio do passo, ele derrubar vela lá no meio da capoeira e apanhava.

Ela tava fazendo um almoço, jogava à vela no chão e partia para cima. e punha a frever mesmo em cima da viúva. A viúva já estava para entregar, porque a viúva estava mesmo a passar estreito na unha do Goiani. Ele tava metendo-a na salmoura mesmo, mas não diou. Passou uns 3 anos para 4 anos, ela já lá já estava com uns 44 para 45, mas bonitona ainda.

Aí ela começou a destruí-lo, ele bolia com ela, estou com dores de cabeça. E à noite, em vez dela pôr aquela camisola a chamar a atenção, ela já deitava de caixa e tudo virava o rabo para ele dormir e peidava. Ele falou: “É da maneira que o povo falou, eu vou ficar velha que esta mulher me vai querer matar”. Depois começou a persegui-la e começou a suntar as coisas.

Lá na lavoura não havia energia. Depois um dia eles ela chegou da cidade com as compras, ele viu uma lâmpada. Nesse tempo a lâmpada não era assim comum. A lâmpada ela tinha um ligadorzinho em cima assim, lembras-te? a lâm pendurada e nela mesmo trouxeste um orinho em cima dela assim para ligar. Ele viu aquela lâmida no meio ali, já ficou meio meia, mas não disse nada.

Tudo o que via de diferente, ele observava e ficava calado para descobrir onde é que ela ia fazer o veneno para matá-lo. Depois passou uns dias, ele viu só o toquinho daquela lâmpada ali a rolar pelo quintal. Depois olhou para o pilão assim, ó. Nesse pilão ali, ó, que tinha um pilão destes, ela tinha socado lá uns comboios no pilão, tinha umas cascas de ovo a secar em cima da da chapa assim, ó.

que é muito comum fazer farinha de casca de ovo para comer, que é para a sustância, é o cálcio. Ele foi lá ao pilão, passou lá o dedo naquele ali, mexeu, oô, falou: “Rapaz, aquela mulher esmurrou aquela lâmpada junto com a casca destes para eu comer. Certeza. Ela socou. Foi caco de vídeo que aquel as cascas para eu comer.

Eu vai pôr na comida. que tenho que ficar velado. E gostava muito de comer farinha. Cada vez que ele ia arrumar comida no prato, é aquele sistema antigo. Põe o feijão, põe a farinha, mistura, faz a espécie de uma sopa meia grossa e vem acompanhada de arroz em cima. Depois cada vez que ele ia comer, aí ela disse: “Ó, amor, fiz uma farinha nova aqui, uma boa farinha, como se gosta, ó, para tu comeres.

” Pôs lá perto dele, disse: “Não, eu ultimamente estou a sentir uma queimaçãozinha. Eu estou a sentir uma queimação. Eu vou dar um tempo na farinha. Eu não vou, eu não vou comer farinha mais, não. Vou dar um tempo, esperar que o meu estame me ore.” E todos os dias ela insistia com ele para comer a farinha, mas é porque ela tinha posto juntamente com a casca de ovo socada a candeeiro, fez um pozinho de vidro bem fininho mesmo e pôs.

E ela sabia outras mandingas, outras coisas. Ele disse que de repente ele começou a sentir assim, estava a andar normal a cavalo a tratar do gado, mexendo, dis que de repente dava uma escuridão na vista dele assim eles ficava meio banzeiro. Falou: “É, a mulher está, tenho que descobrir o que que esta mulher vai estar a fazer que ela vai matar-me mesmo.

De duas uma, ela vai mesmo matar-me ou vou ter de ir embora.” disse: “Não, ela não tem filho eh, eu vou vencê-la e vou ficar com esta quinta para mim. Vou ficar aqui. É eu que a vou matar. É eu que vou dar um fim nela. Ela não me vai dar fim não. Vamos ver qual é de nós os dois que é mais esperto.

Ela vai na mandinga, na macumba, na catimbozeiri dela. Eu também vou ser astuto. Eu não vou comer o que ela me vai dando. Eu vou ficar veloc e vou ficar de oi nela. Eu vou ficar de oi. Tudo o que ela for fazer, eu vou ficar de oi nela. Depois um dia de tardezinha lá tinha um riacho ao fundo, ele disse: “Ó meu amor, vou pescar uns peixinos para nós, vou arrancar umas minhocas e vou buscar uns peixes para nós jantarmos.

” Depois arrancou as minhocas ali, pegou nas varinhas de pescar e desceu para o rumo do rio. Chegou ali à beira do rio, ele deitou as minhocas fora e voltou assim à tardinha e ficou escondido lá atrás do pé de bananeira. Ele viu quando ela veio raçando uma caixa de couro, uma caixa de madeira coberta de couro com a tampa espécie de um baú com quatro pezinho assim para não encostar ao chão, para não apudrecer.

Ele viu quando ela vi a caixa, tinha duas argolas de lado que é de pegar assim. Ele veio quando ela veio com as com a caixa, pôs lá fora uma seringa com agulha. Ela abriu um bocadinho da tampa da caixa assim, pegou numa furquiazinha, foi mexendo dentro da caixa e ele a olhar para aquilo. De repente ele prendeu e fiu a mão e tirou um cascavel e ele ouviu o barulho do chucai do cascavel batendo na caixa.

É, ela pegou na seringa, abriu a boca do cascavel, foi lá naquela capanguinha que fica ao lado, onde é que está o veneno, puxou de um lado, foi do outro lado, puxou do outro lado, soltou esse cascavel lá dentro. Tinha dois cascavelos lá dentro, era um casal. Ela pegou na varinha, arranjou um jeito, prendeu o outro, puxou para fora, pegou na cabeça dele aqui, abriu-lhe a boca, puxou o veneno da capanguinha de um lado, puxou do outro.

meteu na seringa, fechou a caixa bem fechadinha e ela tinha um quarto lá que ela dizia que este quarto lá era do pai dela e o pai dela guardava as coisas lá e aquele quarto ninguém podia entrar, nem mesmo o marido. E o marido dela, este tempo todo que ele viveu com ela, quase 4 anos, nunca descobriu onde é que estava a chave dessa porta e o quarto não tinha janela.

Aí pensou: “Ah, ela tirou esse veneno à cobra, foi para dar-me. E o veneno da cascavelha é fatal eu comer este veneno ali é comer e morrer, mas não vou comer, não, vou ficar velado.” Depois quando chegou da do rio e ele gostava de um doce, ela já sabia todos os alimentos que ele gostava, não é? Aí gostava de um doce de leite, um docinho feito assim no fogão a lenha.

E a viúva Catarina sabia fazer um doce de leite que era daquele cremoso mesmo, aquela coisa mais boa. Aí quando ele chegou do Rio, tinha dois pirequezinho de doce de leite em cima da mesa, já tapadinho com duas colher em cima. Depois quando ele chegou do Rio, ela disse: “Aí, amor, apanhou um peixinho para nós jantar?” Ele disse: “Não, senor, não resultou.

Apanhei foi nada, não apanhei nemum lambari.” Ela: “Não, meu bem, mas eu fiz o que tu mais gosta. Uma coisa que eu gosto é de agradar ao homem que amo. Eu fiz uma comida da que mais gosta. Eu fiz um doce de leite daquele, do jeitinho que que gosta. Está lá na mesa os dois piinos. Acabou de arrefecer para nós comer. Vamos lá para nós comermos lá.

Daqui a pouco vou aquecer a janta para nós. Vamos lá comer o doce, meu bem. Pegou-lhe na mão e foi. Depois ela sentou-se de frente um pirequezinho, puxou para o rumo dela, pegou no outro e empurrou para o rumo dele. Ele pensou: “Neste doce está o veneno do cascavel. Certeza. Certeza. Aí falou com ela: “Ó meu amor, quando como doce dá-me um aceito, danada.

Tu como és a minha princesa, tu já podias arranjar lá para nós uma aguinha bem fria do pote para nós bebermos em cima do doce?” Ela disse: “Não, meu bem, na hora”. Ela levantou-se para ir buscar água e desvirou. Tornou-se o o o pirzinho de doce que estava para ele, para ela e pegou dela. Depois trouxe a água, comeram o doce, bebendo.

Foi comendo doces, bebendo e ali, de vez em quando trocando um beijinho com os beijos churos de doce. Quando terminou de comer o doce, ela começou a sentir-se mal. Ela começou a sentir-se mal, começou a tremer e começou a doer-lhe o corpo tudo. Ela meu bem, está doendo-me o corpo e tal e coisa. E ele falou: “Pois é, apanhaste o veneno dos cascavelos, não foi? E e pôs no doce para me matar, não foi?” Pois, quando foste buscar água, eu troquei os os pirzin de doce.

Foi você que comeu o veneno no cascavel e é você que vai morrer. E ela não, mas fizeste-me isso, eu não te ia matar, não. Eu sei, eu conheço a sua história. Já matou seis maridos e tu estás enjoado de mim. No pispit nós fazia amor a meio do passo, à beira do fogão, dentro do curral, no meio do estirco, no meio do quintal. E era duas, três vezes por noite.

Aí depois foste-me dispensando. Uai, já tem mais de uma semana que nós não não faz nada. Uai, então estás doida que eu morro para que arranje outro. Mas agora enganou-se que foi você que comeu veneno, foi você que ingeriu, que engoliu o veneno do cascavel. é você que vai morrer. E ela é, portanto acertaste mesmo que eu queria matar-te e eu vou morrer e já fui moquecando e não vai ter jeito nenhum.

E vai ter que ficar com a quinta, com o gado, com tudo, porque não tenho fio, não tenho familiar, não não tem nada. Então vai ficar com tudo. E nisto os vaqueiros, as pessoas que trabalhava já presenciaram. Ela disse: “Ó, não houve jeito. Eu matei seis, mas esse conseguiu matar-me. Ele vai acabar por ficar com a quinta, com o gado, com tudo e vocês vão ter que trabalhar para ele, que infelizmente encontrei um macho que me conseguiu vencer, que eu ia matar sete.

A minha missão que os meus pais e os meus avós me deram, pacto que nós tínhamos com o demónio que com este casal de cascavel era de matar sete marido. Quando eu matasse o sétimo marido, eu tinha cumprido a minha missão. Aí eu ia ter um maior poder junto das forças do mal, mas não consegui cumprir a minha missão. E pá, morreu.

Depois o povo é, então agora ficou com a quinta e ficou com tudo, não é? que ela não tem fi, não tem nada e disser: “Pois é, agora a partir de agora vocês são todos os meus funcionários, acabou o problema, mas ainda tem um pequeno problema para nós resolver. Há um casado de cascavel lá dentro da caixa que o compromisso dela com as forças malignas e com as forças do mal que veio do do avô, do bisavô e do pai dela, era o compromisso de com este casal de cascavel matar sete homem e ela não conseguiu cumprir. Então eu

tenho que matar estes cascavelos, queimá-los, deitar a cinza no rio, desaparecer com eles para lhes tirar essa maldição, partir aquele quartinho ali, ver o que que tem naquele quarto. Quando arrombarem a portinha do quarto, havia ossos humanos, havia as cabeças dos seus maridos que ela matou, tinha uma série de coisa demoníaca e tinha a caixa com os dois cascaveram.

Falou com os empregados: “Ó, vós limpa este quarto tudo aqui, é junto estas porcariadas, estes ossos humanos, tudo enquanto é tranqueira que aqui há. Vocês juntam, fazem lá um monte. joga madeira em cima e carca fogo. E nós vamos fazer uma oração à volta do fogo que é para assumir que estas coisas que era um homem religioso.

Agora o casal de cascavel faço questão de matar. Esse que eu já não gosto mesmo de cobra. Pegou a que a caixa era de madeira, tipo bruaca, tinha uns quatro pezinhos por baixo. Era aquela caixa com a tampa, não é, de madeira embrulhada de curo. Ele pegou pelas duas ágora, levou-o para fora lá, pegou no cabo da enchada, bateu assim, abriu e tombou os dois casc.

Era tão velho os cascavelos, mas tão velho que vira cascabui, eles chega e enconha assim, fica igual a um folle de acordeão, eles fica assim curtinho e grosso e velho. O chucai deles dava muito mais de um palmo, tinha mais de 30 eh daqueles noin ou 40 nozinho cada um, que ele estava com tanta raiva que nem contou os nóos. Porque reza a lenda que cada no cascavel é um ano.

Ele tombou lá no chão a caixa e pegou no olho da enchada e disse: “Vou moer estes cascavel no cacete”. Depois quando ele se levantou enchada, os trabalhadores dele estava lá acompanhando as mulheres, a limpar o quartinho lá enfeitiçado. Disse: “Ó, e este quartinho aí? Vocês vão abrir uma janela nele para ele ser ventilado.

Vai apanhar um crucifixo, uma imagem Nossa Senhora e vai pôr aí dentro. Vai queimar umas ervas santa, uns mastruz lá dentro. Nós vamos lá pôr o incenso para espantar tudo enquanto é força maligna que tem nesse quarto. E os cascavelos vão para o inferno agora. Quando ele pegou na enchada que ele levantou assim para matar o cascavelo, o cascavelo levantou a cabeça e conversou com ele.

É, falou: “Ó, não nos mate, não, que vai ser pior para si. Nós temos uma missão a cumprir. Somos um casal de cascavelo demoníaco, que nos vem na quarta geração de família a matar o marido, que era paraa viúva. a missão dela para poder levar toda a família a adquirir as forças demoníacas para que toda a família se transformasse em demónio.

Ela tinha de cumprir a missão e matar sete maridos, tanto ela como as suas antecessoras, mas ninguém conseguiu. Ela foi a que chegou mais perto. Quando ela estava para cumprir, ela esbarrou no você partiu a corrente. Então o seguinte, se você matar-nos, vai ficar com a maldição. Só há um jeito. Vai apanhar-nos e jogar no rio e tudo enquanto é cobra que tiver na sua exploração, na sua região, vai-nos acompanhar.

Vai ficar rico, vai ficar com a quinta dela, vai ficar com o gado dela. E como é religioso, nós não quer saber nada seu, que já pôs Jesus lá dentro, já res, já se espantou-nos. Se não nos matar, estás livre de todos os males e nós nunca mais o vai perturbar. E tipo de cobra nenhum e nenhum tipo de mal demoníac vai rodear a sua quinta.

Porque nós somos o demónio. Nós somos o legítimo representante do demónio. Se se nos matar, vai arranjar mais problema. Apanha-nos e joga no rio. Vai ver, quando nos atirar no rio, vai ver centenas e milhares de cobras sair de o de pau, de buraco de térmitas, de torça de bananeira do meio do canavial e vai tudo acompanhar nós e nós vamos cair no rio, vamos desaparecer, vamos todos para o quinto dos infernos.

Vamos espaiar e está livre. Vai ser um homem rico, lavrador, livre. E na sua quinta não vai existir uma cobra sequer de qualquer espécie. Nós somos as líderes, somos as comandantes de todas as cobras. Ele é, portanto está bom. Já que vocês conversou, não é, e os caseiros dele assistiu a aquilo tudo, viu os cascavelos a conversar, disse: “Então vamos lá para o Rio”.

Chamou os caseiros, os companheiros, foram ali para a beira do rio, pegou nessa caixa, abriu a tampa da caixa e deitou-o ao rio com caixote e tudo. Rapaz, quando jogou estas cobras no rio, que a água é benta, a água é benzida, a água é santa, a água foi criação de Deus, não é? A água é vida. A água é Deus. A água é o Espírito Santo e as serpentes é o demónio.

Quando ele deitou esse essa essa caixa para a água, pá, só deu aquele estouro assim, aquela archote de fogo no meio da água, aquele velho mundo de fogo no meio da água e a caixa pegou fogo. E só viu cobra a sair de tudo enquanto é buraco. Do meio das bananeira, debaixo da porteira, no buraco da térmita, debaixo das pedras, no meio das torceiras de erva, à beira do barranco, cobra coral, cobra Caninana, jaracuçul, sucuri, tudo enquanto é tipo de cobra, jararaca, rabo de urso, jararaca amarela, cobra coral, tudo enquanto é tipo de cobra saiu e

juntou-se e entrando no rio assim foi a rodar, desapareceu tudo. E o homem viveu ali até morrer. Ele casou com uma rapariga mais nova, que ele era ali então um lavrador rico, um goiano ajeitado, parvo, não era, não é? Casou com uma rapariga rica, filha de um outro agricultor, prosperou, não é? Ficou rico, criou uma grande família e ficou uma marca lá no estado de Goiás.

E até hoje nesta quinta nunca se viu uma cobra de espécie alguma. Esta quinta tá lá até hoje, já passou pros por vários donos lá em Goiás. Conheço a região, não conheço a quinta, mas conheço a região. E quando alguém o vai vender, até dizem que ela é mais cara. A alquerem dela vale mais porque lá não existe cobra. Cobra nenhuma.

ultrapassa a divisa dessa quinta, porque essa quinta foi santificada e a rainha das cobras proibiu que as cobras lá entrassem. Já passou por vários donos, gaúcho plantar dor de soja, para as pessoas tirarem dores de leite, para outros fins. Houve uns que plantaram o café, está lá até hoje a fazê-lo. Lá deve dar mais de 500 alquir onde as cobras não entra. É.

Pois é, termina aqui mais um caos caipir o nosso canal Pedrão Bocó. Se gostou, já vou encomendar logo. Agora quando tiver a fechar o carro, vai aparecer a minha foto numa bolinha ou por aqui ou por aqui. Clicaste nessa bolinha com a minha foto, já está inscrito. Ou aqui por baixo tem uma tarja branca, inscreva-se.

Estás fuiou o dedo aí, você tá inscrito. E depois você tá ajudando nós, tu tás agitorando nós a chegar aos 100.000 inscritos em dezembros, que é a a nossa meta com fé em Deus e na Nossa Senhora. Já passámos aí os 43.000, certo? Já tá faltando menos de 60.000. A nossa meta é tão grande como a nossa fé. A minha caconda hoje maisu doendo.

Tomei um medicamento a mais do que devia. A cabeça maisu não muito boa, mas eu tromei um paracetamol para a dor e um rivoltrio para ela firmar na contança do caso. E nós estamos aqui firmes, não bambeia, mas não bambeia mesmo. Enquanto Deus me dar força, que eu me possa sentar nesse banquinho aqui com a minha bengala e o meu rapaz acender o lume e pôr o comboio de filmar aqui, não vos deixo sem um cauzinho saloio de jeito nenhum.

Aqui nós até bambeia, mas nós não cai não. Pois é. Aqui em baixo, ó, fica o número do meu WhatsApp aqui no rodapé, ó. No primeiro comentário aqui fixado tem o número do meu WhatsApp. Se tem um caos bom para contar aí de assombração, de caçada à onça, não é, de macumba, de cobra, aquele caos antigo que ouviste do teu avô, do teu bisavô, assim, ó, na beira do fogo.

Antigamente, aprendi porque os meus meus bisavós, os meus avós, os meus trisavós, os meus pais eram hospedante de viajante, de boiadeiro, de tropeiro, de ciganos. E eu nasci e cresci a ouvir caus assim, ó, ao pé do fogo. Eu tenho 60 anos. Se eu morrer até aos 100 anos, não consigo contar para vos os casos tudo o que sei. É, aqui há muito caso para contar.

Às vezes o riv, esqueço-me de um, mas bebo um riv trilzinho, depois a cabeça relaxa, vem. E este número que está aqui em baixo, que é a minha, o meu WhatsApp também, a a minha chave Pix. Se quiser colaborar com o nosso canal, qualquer valor é muito bem-vindo. Não que a gente esteja aqui a passar fome, a passar necessidade, mas as coisas estão mal, não é só para o teu lado aí não, meu amigo.

O negócio aqui na capital do Brasil tem brincadeira não, meu amigo. Aqui os bifes é de carne de segunda e conta-se. Nada extra fazer. Portanto, qualquer dinheirinho, qualquer colaboração que possa ajudar aqui no nosso canal, depositando um valor nessa chave Pix. Primeiro que vou agradecer-lhe imenso e segundo, independentemente do valor, para nós que temos pouco, será muito útil.

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todos os meios de comunicação. YouTube é o maior de todos no mundo inteiro. Assim, a sua empresa, o seu produto, a sua marca não pode estar fora do YouTube. Ah, mas o meu canal é saloio, a minha a a o pessoal que me assiste é da minha idade ali, 40, 50, 60 até aos 100 anos. E pessoal ligado ao agro. Se o seu produto casa para este tipo de público, aqui é o local certo.

Se não há muitos outros youtubers por aí que tem assuntos, tem segmentos, tem nichos que vai casar direitinho aí com o seu produto. O que ele não pode, o seu produto, a sua empresa, a sua indústria, a sua marca, é ficar fora do YouTube. Mas vejam só o tanto que o nosso canal aqui vai ser importante para a sua empresa, pro o seu produto.

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Segundo, a nossa maior 90% das pessoas que nos acompanham está ligada ao agro, está ligada à roça, está ligado à natureza. Onde é que está o dinheiro hoje? Está no bolso do agro, está no bolso do agricultor. Pois, então o meu canal é o lugar certinho para que possa investir. Pede pro pessoal do marketing, pessoal da sua empresa inserir a sua publicidade no YouTube em geral.

Pede para dar uma preferência para o nosso canal Pedrão Bocó Causos Caipira. Eu garanto-lhe uma coisa, duas coisas que eu te vou garantir. Não pode provar que os meus caus é mentira. Eu também não posso provar-lhe que é verdade. Fica aí mais ou menos a meio do caminho. Mas uma coisa te desafio e te provo. Se você colocar o seu produto aqui no YouTube, no meu canal, vai sentir no bolso imediatamente a diferença.

Um grande abraço, que Deus abençoe o seu dia, que Deus abençoe a sua família e obrigado por ter acompanhado o nosso caos aqui da viúva negra do Pispi ao final. Ó, um grande abraço do Pedrão Bocô para si e para toda a sua família.

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